Como em muitas cidades pequenas, em Bicas o problema fenomenal do
trânsito é banalizado. É um problema comportamental e mundial, assim como
outros vários problemas crônicos negligenciados pelo poder público. É
descarregado pelo cidadão ocioso, frustrado ou sem educação com a necessidade
de se afirmar na sociedade, que usa o carro como o maior símbolo do seu
status e poder. Por isso o trânsito se tornou uma doença crônica.
Infelizmente, a falta de ações em
relação ao problema é absurda tanto nas grandes quanto nas pequenas cidades. O
trânsito interfere na nossa vida diária, no meio ambiente, dentro de casa, etc.
E, somado a tudo isso, influencia em gênero, número e grau em nossa qualidade
de vida. Seja desrespeitando as regras de segurança ao dirigir como, não dar
setas, estacionar em frente a garagens, em mão dupla, parar no meio da rua para
papear, até ao som alto fora dos horários toleráveis, ameaçando o direito dos
outros, principalmente dos mais experientes que já precisam de mais calmaria.
Em cidades menores como a nossa,
onde a população tem um contato mais direto com as autoridades, percebe-se, de
modo muito velado, uma orientação para se afrouxar as autuações devido às implicações
político/eleitorais que uma fiscalização, para todos e severa, pode gerar. A
falta de uso do cinto de segurança abrange cerca de 70% dos condutores. Nem
funcionários públicos do município, em carros oficiais, muitas vezes não o utilizam. Capacete
até que se usa, porém grande parte fora de conformidade (sem viseira, com a cinta
jugular solta, etc.). Falar ao celular é uma constante. Diversos motoristas
desconhecem ou ignoram as regras de circulação. O transporte de pessoas em
caçambas de veículos é comum. Enfim, um festival de absurdos! E a sinalização é
quase inexistente, potencializando o risco, sem falar de ruas estreitas que não deveriam tem estacionamento como a Coronel Souza e a Santa Tereza.
Como não acontecem acidentes a todo o
momento, a educação para a segurança no trânsito é esquecida e/ou ignorada
fazendo com que nossas crianças já cresçam aprendendo a ignorar ou banalizar um
fato que, no amanhã, pode tirar a vida ou deixar sequelas. Não se deve
deixar que nossas crianças desenvolvam essa cultura para que no futuro não
façam parte de estatísticas de acidentes e mortes no trânsito.
Cada dia mais, com o crescimento de nossa cidade e região, observa-se maior fluxo de pessoas e um número maior de veículos pesados, automóveis possantes e com sons de alta potência, bicicletas elétricas velozes, carroças, etc. Infelizmente temos motoristas com caminhões carregados e velozes dentro da cidade em ruas que não suportam mais de 40 km/h nem pra veiculo de passeio, deixando mais perigosa a relação com os pedestres que também não são fáceis e andam no meio da rua, atravessam em qualquer lugar e sem olhar às vezes. Nas novas passarelas/redutores de velocidade então, os pedestres vão que vão sem tomar os devidos cuidados. Sem contar os abusos nas vias rurais!
Cada dia mais, com o crescimento de nossa cidade e região, observa-se maior fluxo de pessoas e um número maior de veículos pesados, automóveis possantes e com sons de alta potência, bicicletas elétricas velozes, carroças, etc. Infelizmente temos motoristas com caminhões carregados e velozes dentro da cidade em ruas que não suportam mais de 40 km/h nem pra veiculo de passeio, deixando mais perigosa a relação com os pedestres que também não são fáceis e andam no meio da rua, atravessam em qualquer lugar e sem olhar às vezes. Nas novas passarelas/redutores de velocidade então, os pedestres vão que vão sem tomar os devidos cuidados. Sem contar os abusos nas vias rurais!
Grande Abraço e até a próxima!