quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Falador passa mal rapaz!


Depois de longa data sem atualizar a página, volto a destilar minha humilde opinião sobre acontecimentos de nossa cidade. Dei uma sumidinha, pois como vocês sabem, trabalho no comércio e fim de ano é uma correria só. Pois bem estou de volta e muito mais bem humorado que 2012. Tão bem humorado que resolvi postar um link de uma música, um samba antigo, que não conhecia, mas que fala muita verdade. Algumas pessoas gostarão outras nem tanto, enquanto outras odiarão. Mas vou postar assim mesmo.
Existem pessoas que só pelo fato de terem uma certa autoridade adoram ficar fazendo mi mi mi de culto(a) , letrado(a), inteligente, politizado(a), o arauto da sabedoria e da experiencia e tudo mais. Eu particularmente adoro essas pessoas, pois são exemplo de gente que oferece pouco perigo, pois suas palavras acabam virando chacota e chicote pra si próprio. Poderia aqui citar nomes, porém não vou ser tão intransigente. Existem também outras pessoas esperando ansiosamente que eu comece a malhar a nova administração do Dr. Magela e da Professora Leia, inclusive já fui até procurado pra isso. Vocês Acreditam?! Porém não funciono assim. Vamos esperar, dar um tempo para os novos governantes poderem iniciar o cumprimento de suas propostas. Se demorar demais ou não iniciar, estejam certos que irei postar aqui minha indignação. Mas se houver motivo de aplausos certamente irei fazê-lo em tempo.  No mais o sambinha diz o resto. 

EM TEMPO: ESTA POSTAGEM É UMA INDIRETA DAQUELAS!!!

Espero que a vestimenta sirva bem.


Grande abraço e até a próxima!

sábado, 3 de novembro de 2012

TRÂNSITO DE BICAS: PROBLEMA NEGLIGENCIADO HÁ ANOS.


Como em muitas cidades pequenas, em Bicas o problema fenomenal do trânsito é banalizado. É um problema comportamental e mundial, assim como outros vários problemas crônicos negligenciados pelo poder público. É descarregado pelo cidadão ocioso, frustrado ou sem educação com a necessidade de se afirmar na sociedade, que usa o carro como o maior símbolo  do seu status e poder. Por isso o trânsito se tornou uma doença crônica.

Infelizmente, a falta de ações em relação ao problema é absurda tanto nas grandes quanto nas pequenas cidades. O trânsito interfere na nossa vida diária, no meio ambiente, dentro de casa, etc. E, somado a tudo isso, influencia em gênero, número e grau em nossa qualidade de vida. Seja desrespeitando as regras de segurança ao dirigir como, não dar setas, estacionar em frente a garagens, em mão dupla, parar no meio da rua para papear, até ao som alto fora dos horários toleráveis, ameaçando o direito dos outros, principalmente dos mais experientes que já precisam de mais calmaria.

Em cidades menores como a nossa, onde a população tem um contato mais direto com as autoridades, percebe-se, de modo muito velado, uma orientação para se afrouxar as autuações devido às implicações político/eleitorais que uma fiscalização, para todos e severa, pode gerar. A falta de uso do cinto de segurança abrange cerca de 70% dos condutores. Nem funcionários públicos do município, em carros oficiais, muitas vezes não o utilizam. Capacete até que se usa, porém grande parte fora de conformidade (sem viseira, com a cinta jugular solta, etc.). Falar ao celular é uma constante. Diversos motoristas desconhecem ou ignoram as regras de circulação. O transporte de pessoas em caçambas de veículos é comum. Enfim, um festival de absurdos! E a sinalização é quase inexistente, potencializando o risco, sem falar de ruas estreitas que não deveriam tem estacionamento como a Coronel Souza e a Santa Tereza.

Como não acontecem acidentes a todo o momento, a educação para a segurança no trânsito é esquecida e/ou ignorada fazendo com que nossas crianças já cresçam aprendendo a ignorar ou banalizar um fato que, no amanhã, pode tirar a vida ou deixar sequelas.  Não se deve deixar que nossas crianças desenvolvam essa cultura para que no futuro não façam parte de estatísticas de acidentes e mortes no trânsito.


Cada dia mais, com o crescimento de nossa cidade e região, observa-se maior fluxo de pessoas e um número maior de veículos pesados, automóveis possantes e com sons de alta potência, bicicletas elétricas velozes, carroças, etc. Infelizmente temos motoristas com caminhões carregados e velozes dentro da cidade em ruas que não suportam mais de 40 km/h nem pra veiculo de passeio, deixando mais perigosa a relação com os pedestres que também não são fáceis e andam no meio da rua, atravessam em qualquer lugar e sem olhar às vezes. Nas novas passarelas/redutores de velocidade então, os pedestres vão que vão sem tomar os devidos cuidados. Sem contar os abusos nas vias rurais!

Adotando pequenas ações, tendo vontade política e se preocupando com o próximo, pode-se formar uma geração mais justa. O respeito, a cortesia, a prudência e a responsabilidade relacionada ao trânsito, quando adquirida no berço e aceita pelo cidadão, refletem-se em um todo que envolve a nossas vidas! E se investirmos nas crianças, elas têm o poder de regular os adultos! E essa educação envolve tudo. Respeito aos pais, principalmente, e aos próximos. Mas os pais têm que dar exemplo para receber o respeito!

Grande Abraço e até a próxima!

terça-feira, 16 de outubro de 2012

A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.


Durante o último processo eleitoral, nós cidadãos vimos discussões acaloradas sobre oque é melhor pra Bicas, oque nós precisamos, oque está faltando, oque precisa ser melhorado, oque precisa acabar etc.
Mas uma pergunta ninguém ousou responder. Até porque ninguém sabe a resposta, pois nenhum governante nem tentou pelo menos até hoje decifrar este enigma.

BICAS, QUEM É VOCÊ?

Alguns afoitos dirão que sabem a resposta e responderão: Bicas é a cidade do comércio, Bicas é a cidade dos serviços, Bicas é uma cidade pra descanso etc. Será isso? Temos comércio forte sim, mas ainda vamos comprar em Juiz de Fora, temos serviços sim, mas ainda vamos ao médico em Juiz de Fora, temos sossego sim, mas ainda vamos muito à praia. Eu digo logo: Não sei as respostas e talvez ninguém as saiba ainda.

Meus amigos se quisermos realmente ter uma melhor qualidade de vida e ver Bicas crescer precisamos saber qual é nossa vocação e até hoje ninguém se preocupou em descobrir ou desenvolver essa ideia. Mas antes de qualquer especulação, é necessário o envolvimento profundo do poder público (executivo, legislativo e judiciário) para que esta questão seja definitivamente respondida através de vários estudos sócio, econômico, turístico, ambiental etc
.
Mas, além disso, e mais importante que estes estudos, está faltando uma coisa crucial. Uma coisa que tem vários nomes: amor pela nossa cidade, bairrismo, vontade política e social.

É fácil escutar da boca de muitos biquenses (pelo menos se dizem ser) que Bicas não tem nada, ou que Bicas é a cidade da latinha, lá tinha isso, lá tinha aquilo e hoje não tem mais. Mas poucas são as pessoas que investem aqui, que geram empregos aqui, que trazem benefícios e incentivos pra cá e geralmente escutamos da boca de pessoas de fora algo que deveria partir de nós: É ótimo viver em Bicas, Adoro Bicas, etc.

A meu ver oque é necessário mesmo é valorizarmos oque é nosso, sermos BIQUENSES mesmo, com letras maiúsculas, frequentar e dar preferência ao nosso comércio, restaurantes, clubes, festas, usar profissionais daqui. Somente assim talvez quem sabe possamos dar um futuro melhor a nossa cidade e a nossa população e quem sabe ajudarmos a responder a famigerada pergunta, que mais parece um Enigma da Esfinge. BICAS, QUEM É VOCÊ?

Grande abraço e até a próxima!!!

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Polícia Militar e ASSCOM fazem primeira reunião de criação da Rede de Comerciantes Protegidos.


Com o objetivo de melhorar a segurança no comércio de Bicas, o 2º Batalhão de Polícia Militar, através do comandante do destacamento de Bicas, Tenente Weidner deu início nesta terça-feira (09) as reuniões para criação da Rede de Comerciantes Protegidos. O começo das ações foi discutido durante reunião entre representantes da PM e dos Empresários na sede da ASSCOM. O objetivo é mobilizar os comerciantes sobre as questões de segurança pública, que, de forma organizada e em conjunto com a Polícia Militar, vão reforçar a prevenção criminal no centro e nos arredores. Segundo o Tenente, todos os proprietários de estabelecimentos comerciais serão beneficiados. "Vamos trabalhar com a troca de informações, de forma preventiva a fim de inibir ocorrências de furtos e assaltos", destaca o militar.

Ainda segundo ele, a própria Polícia Militar fará a coordenação da rede, de modo a proporcionar um contato mais próximo entre militares e comerciantes. "O foco será a segurança não só do estabelecimento, mas de proprietários, funcionários e clientes, que terão à sua disposição nosso efetivo, afirmou o tenente, acrescentando: “Vamos agir em parceria”. Por isso, será muito importante que, quando alguém se deparar com pessoas em atitude suspeita, o 190 deve ser acionado.”.

Outro assunto tratado nesta reunião foi a criação de um posto avançado da PM no centro, mais precisamente, na réplica da estação de Bicas (Estaçãozinha) no terreno da rede, para facilitar o acesso dos comerciantes e até da população à guarnição da Polícia, dando visibilidade e aumentando assim a segurança, pelo efeito da presença policial. Na oportunidade o comandante disse que já entrou em contato com o Prefeito Honório e este já se prontificou a dar respaldo e ajuda para esta implantação, faltando apenas alguns detalhes a serem discutidos.

Para finalizar, gostaria de dar os parabéns ao comandante pela iniciativa para atender a uma reivindicação antiga dos empresários de Bicas que nos últimos tempos vem sofrendo com o aumento da violência.

Grande Abraço e até a próxima!

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Apolitismo: Democracia em perigo.


Em épocas de eleição é fácil escutar muita gente dizendo que odeia política, que nunca faria parte de eleições, que político é safado, que só tem gente querendo tirar proveito, etc, etc.

Esses tipos de declarações nada mais são do que apolitismo puro e simples, porém grave. Muito grave. O apolitismo é a recusa dos cidadãos, explícita ou implícita, em participar da vida da comunidade política e das escolhas que essa comunidade faz. É o desinteresse pela coisa pública e em nossa cidade isso é muito forte.

Desde o ano de 2000, venho participando da vida política de nossa cidade fazendo parte de conselhos municipais, partidos políticos, associações e venho percebendo que cada vez mais fica difícil reunir pessoas em torno destes assuntos. Vou dar um exemplo. No último conselho de que fiz parte (Desenvolvimento Urbano), dificilmente em dias de jogos de futebol conseguiríamos fazer quórum para tomar decisões importantes no nosso município como, por exemplo, o fim da capina química, regulamentação de transito na cidade ou criação do plano diretor. Confesso a vocês que isso me dá medo, pois a meu ver isso é uma grave ameaça à democracia. O crescimento da distância entre os governantes e o povo é a negação da democracia. É possível que o cidadão nem perceba que, quando ele procura viver sem intrometer-se nos temas públicos, a política acaba se tornando um campo exclusivo dos políticos de carteirinha. Como estão distantes do povo, esses políticos tendem a tomar decisões orientadas por critérios técnicos, sem levar em consideração as opiniões, os interesses e as vontades da população. No dia a dia, o cidadão não se dá conta disso. Só percebe quando os políticos baixam alguma medida que realmente o prejudica.

Mas vamos pensar: Por que isso acontece? Seria um absurdo dizer que a própria democracia faz isso? Não, não seria. Trata-se de um paradoxo, porque o individualismo é uma conquista da democracia e, ao mesmo tempo, sua principal ameaça. A democracia deixa as pessoas livres para realizar, sozinhas, seus objetivos de vida. Mas, justamente por conseguirem preencher suas necessidades sem depender de outras pessoas, elas se preocupam menos com o grupo e se afastam da política, o que abre espaço para os políticos profissionais, alguns bem intencionados outros nem tanto.

Por isso meus amigos, precisamos criar a cultura de se interessar mais pelos assuntos públicos e talvez quem sabe mudar isso através da educação para cidadania nas escolas, pois lá está o futuro da sociedade como um todo. Gerando interesse nos jovens a coisa pode mudar.

Grande Abraço! Até a próxima! 

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

BICAS E O DESAFIO DA GERAÇÃO DE EMPREGOS

Há quem veja Bicas como uma cidade fácil de ser administrada, com problemas pontuais a serem resolvidos, porém, não é bem assim. Como todas as cidades do nosso país, sejam pequenas ou grandes Bicas também tem desafios enormes a serem transpostos visando uma melhor qualidade de vida da população.
Um desses grandes desafios é a geração de emprego e renda em nossa cidade.
Há quem diga que é preciso construir em Bicas um distrito industrial, mas, será viável? Para isso vou reproduzir um artigo muito interessante que nos ajudará a pensar.
 “Um distrito industrial é uma área definida pela prefeitura da cidade, como o melhor local para a instalação de indústrias de todos os portes.
VIABILIDADE TÉCNICA
Ao decidir pela criação de um Distrito Industrial, uma equipe de estudos deve ser criada com a intenção de definir qual ou quais as áreas de maior interesse e possibilidades de sucesso. Tal definição varia de cidade para cidade e de sua região. Proximidade com grandes centros consumidores ou exportadores, a facilidade na obtenção de matéria prima produtiva e Mão de Obra qualificada em quantidade suficiente.
O projeto de criação do distrito leva de 3 a 6 anos para seu início e depois, somente fica a implantação e o desenvolvimento.
Durante este período de 3 a 6 anos, a cidade prepara a sua Mão de Obra, com cursos de graduação e também cursos técnicos, preparação da geração de matéria prima, principalmente quando for necessário um projeto de produção agrícola.
Somente cria um Distrito Industrial quem oferecer todos os itens relacionados a seguir e com relativo destaque perante outras cidades de mesmo porte.
Para esta definição ela tem que atender vários pontos fundamentais, que são descritos e detalhados abaixo.
VIABILIDADE ECONÔMICA
Temos dezenas ou talvez centenas de exemplos de cidades que criaram seu Distrito Industrial, com arruamento, terraplanagem, ofertas interessantes de isenção de impostos, e muitas outras vantagens e o distrito acabou ficando no meio do mato. Não deu certo.
Um estudo de viabilidade econômica deve ser feito para saber qual ou quais as áreas que o projeto terá maior garantia de sucesso.
Devemos lembrar que os investimentos serão elevados e devem contar com a participação do governo do Estadual e/ou Federal.
I - LOCALIZAÇÃO
Dentre os principais pontos, o mais importante a ser considerado para a criação do distrito industrial é a sua localização.
O distrito industrial deve ter uma área que permita o crescimento destas indústrias bem como a instalação de novas. O tamanho dos terrenos vai variar de acordo com o tipo e tamanho da indústria. Normalmente não existe um tamanho fixo, mas a criação de um mapa com espaços especiais e maiores para grandes empresas em pontos estratégicos do distrito pode ser mais um fator de atração.
A criação de um Distrito Industrial numa área pequena poderá provocar a necessidade da criação de outro distrito em outro local, o que tornaria inviável tal projeto.
Os terrenos sendo planos exigirão menores investimentos da prefeitura, pois o que normalmente ocorre é que os terrenos são entregues com serviço de terraplanagem concluído. As indústrias, em geral, evitam instalar-se em terrenos com inclinação acima de 15°.
A área tem que ser tão grande quanto a sua inspiração em crescimento. Seria o cúmulo da desorganização e amadorismo, termos indústrias querendo instalar-se no distrito e a cidade não dispor de mais área, de mais terrenos.
II - ACESSO
O acesso de caminhões e/ou trens ao distrito industrial deve ser muito fácil. Deveremos evitar trânsito de caminhões e veículos pesados em ruas estreitas como ligações entre bairros e principalmente com o centro da cidade.
A proximidade com uma rodovia é fundamental.
O acesso dos funcionários ao transporte coletivo urbano deve ser garantido em quantidade suficiente e com qualidade, pois o que ocorre é que o distrito fica num ponto mais distante do centro e dos bairros residenciais, isto é, uma distância maior de deslocamento e assim torna-se mais cansativo.
A possibilidade da existência de ciclovias deve ser considerada.
III - INFRAESTRUTURA
Como estrutura temos uma área ampla, para dezenas de indústrias, energia elétrica de alta tensão para suportar o consumo destas indústrias, além da facilidade de água tratada e rede de esgotos.
Em alguns casos é indispensável a instalação de tratamento de resíduos industriais.
As ruas do distrito devem ser pavimentadas e com capacidade para suportar trânsito muito pesado durante o dia inteiro.
Não esquecer o trânsito de pessoas, sendo assim deverão ter calçadas pavimentadas, sinalizadas e iluminação pública. Em alguns casos, pode fazer parte da estrutura, a instalação de um restaurante popular.
Um dos maiores perigos que ocorrem com distritos industriais de muitas cidades é a necessidade dos trabalhadores terem que atravessar rodovias para chegar ou retornar no trabalho. Caso seja necessário, deveremos prever a construção de passarelas ou trincheiras.
Em algumas cidades, o distrito industrial conta com Escola e Creche.
Com relação à segurança, cada empresa pode investir na sua própria proteção ou podem instituir uma taxa de condomínio e terceirizar o serviço, com ronda e monitoramento em todo o distrito.
IV - ATRATIVOS
Os atrativos podem ser: terrenos planos, área grande para possíveis ampliações, terraplanagem de áreas, produção conjugada, isto é, uma indústria produzindo matéria prima para a outra.
IMPOSTOS - Atrativos Fiscais
Em várias cidades existe um plano de “taxa zero” de impostos por período de 5, 10 ou até 20 anos. Em outras existem taxas menores de impostos, mas tudo dentro das Leis Estaduais e Federais.
V - MÃO DE OBRA
De nada adianta conquistar as indústrias se não tivermos mão de obra qualificada para atender as necessidades destas industriais instaladas no Distrito Industrial.
A criação ou preparação de mão de obra para um distrito industrial necessita em torno de 2 anos, antes da instalação da primeira indústria.
A dependência de mão de obra qualificada vinda de outros municípios somente garante o crescimento deles, pois recebem aqui e acabam gastando lá e nos tiram a oportunidade de crescimento profissional.
AGROINDUSTRIA
Em centenas de cidades pelo Brasil, a agroindústria tem crescido de forma grandiosa, mas para tal, necessitamos de produção específica ou direcionada.
É o mesmo caso da mão de obra, precisamos de mais de 2 anos de preparação, ajustes, tratamentos culturais, antes de instalação da primeira indústria.
MUDANDO DE ENDEREÇO
Em muitas cidades, a partir da criação do espaço para o Distrito Industrial, várias empresas existentes na cidade, já mudam para o referido local.
Esta mudança deve ser fortemente incentivada, pois dará inicio ao projeto e o local será o mais indicado para cada uma dessas empresas.
Com esta mudança, a maioria destas empresas já experimenta um crescimento, pois estará num local planejado, estruturado e normalmente maior. É a revitalização de muitas indústrias. Todas elas devem receber os benefícios oferecidos para as empresas que nascerem no distrito ou vierem de outras cidades. Seria uma grande injustiça o não acesso aos benefícios para as empresa já existentes na cidade.
Muitas das indústrias existentes na cidade, em muitos casos, estão em meio a bairros residenciais e com a sua mudança, os espaços serão valorizados e organizados e tendem ao fortalecimento e crescimento imobiliário.
Temos algumas indústrias antigas da cidade que quando foram criadas, estavam num bom local, mas agora estão localizadas no coração central da cidade, ocupando um espaço valiosíssimo. Sua saída abre espaço para edifícios, prédios, parques, shoppings, etc.
OS POSSÍVEIS ERROS
Os maiores erros ocorrem quando são feitas várias promessas relacionadas à estrutura, qualificação de mão de obra, investimento, financiamentos e acabam falhando total ou parcialmente.
Uma indústria não sobreviverá se certas limitações ou falhas ocorrerem, pois a realidade já é muito dura para qualquer empresa sobreviver, com tantas variáveis, algumas conhecidas e outras nem imagináveis. Isto ocorre devido à concorrência nacional e até mundial, com forte influência na economia de todos os países.” Professor Luiz Carlos Kloster.
Então meus amigos, precisamos pensar bem antes de agir, pois promessas são fáceis de serem feitas, mas daí a cumprir tem uma grande distância. Então precisamos agir com parcimônia, para que não aconteça mais uma vez oque aconteceu quando aquela empresa de elevadores veio para nossa cidade e somente fez mal às empresas já instaladas em Bicas e nada de bom deixou pra trás. Não digo também ser impossível e inviável a criação de um distrito, mas tudo depende de estudo, porque Bicas precisa urgentemente de emprego e geração de renda e não de um elefante branco que não serve pra nada.
Grande Abraço e até a próxima.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

POLÍTICA = PICARETAGEM. (SERÁ?)


Tenho acompanhado as campanhas políticas em Bicas e tenho ficado assustado com tamanha politiquice (Significado de Politiquice: sf (político+ice) 1 Ação de politiqueiro. 2 Política mesquinha, ordinária; politicagem).  Mas será que política é isso? Será que ser político e ser picareta? Será que todos são santos do pau oco? Será que ninguém é justo e honesto neste meio? Querem saber minha resposta? Minha resposta é um gigantesco NÃO!
Vou me explicar. Qual a definição da palavra política: “Ciência do governo dos povos. Direção de um estado e formas de sua organização. Conjunto dos negócios do estado, maneira de conduzi-los.” Então concluo que oque acontece em nossa cidade não é campanha “política” e sim politiquice, politicagem. Pois se fosse política de verdade, as pessoas estariam debatendo propostas visando a melhoria das condições de nossa cidade em todos os aspectos. Alguns ditos cidadãos interessados usam das palavras somente para denegrir os adversários a revelia de seus candidatos e fazem um espetáculo grotesco de política pobre de conteúdo e cheia de excremento fétido de politicalha. É deprimente ver gente com curso superior e tudo conduzindo bate-papos cheios de tendenciosidade, sendo que com isso perdemos um tempo precioso.
Na realidade amigos, quem perde com todo esse circo somos todos nós que vivemos aqui, e estamos de plateia deste perde-perde, pois nesta relação ninguém ganha.
Mas Emerson, oque você quer com este post? Perguntarão alguns. Eu gostaria de pedir a essas pessoas que gastam seu precioso tempo fazendo picuinha de um com outro, que passem a pensar em soluções viáveis pra nossa cidade, pois apesar dela ter melhorado muito nos últimos anos, ela ainda tem problemas crônicos a serem resolvidos como, por exemplo:
Reforma do Código de Posturas do Município:
Hoje este código é pra lá de obsoleto impondo ao Poder Público uma muleta curta que atrapalha a boa convivência de todos os munícipes, com cadeiras de bar em calçadas apertadas, terrenos sujos e mal cercados, entulhos de obras em vias públicas, construções caindo aos pedaços, elevações esdruxulas em calçadas ou passeios sem manutenção e muitas outras. Atenção vereadores que serão eleitos este ano, essa é com vocês.
Hospital São José:
Assunto polêmico que produz discussões acaloradas. A meu ver o hospital deveria ser gerido por uma administração especializada e não por um provedor indicado como cargo político. Alguns dirão (os pessimistas) que é muito caro para um hospital que não tem dinheiro. Entendo, mas digo mais uma vez é apenas uma ideia.
Diretoria das Escolas Municipais:
Outro assunto polêmico. Em minha opinião este cargo deveria ser escolhido por eleição direta feita pelos alunos ou pais de alunos e não mais uma vez um cargo político.
Então amigos, vamos deixar de perder tempo com politiquice e vamos fazer mais política de verdade e tornar nossa cidade muito melhor do que é hoje.
Um grande abraço e até a próxima.